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sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Kultura Kustim: A kontrakultura do mundo Automobilístico


Nascida da modificação de carros e viva até hoje, a “Kontrakultura” com k é um universo que inspirou e ainda inspira rebeldes, artistas e punks.

Um dos pilares da cultura, os hot rods nasceram nos anos 20, a era da Lei Seca. Calhambeques como o Ford T ao lado foram primeiro modificados para contrabandearem bebidas ilegais, escapando  da polícia. Na década seguinte, surgiram corridas com esses carros, modificados  para terem mais motor  e menos peso. Após a Segunda Guerra, veteranos que receberam treinamento como mecânicos começaram  a fazer hot rods eles mesmos. Nascia a Kultura Kustom.


IMORTAL


O Hirohata Merc é uma das pedras fundamentais da cultura. Criado a partir de um Mercury Eight 1951. Em 1953, na oficina dos irmãos George e Sam Barris, teve seu teto cortado (rebaixado), janelas modificadas, uma saia instalada ao lado, e, em geral, foi “frankensteinizado” com partes retiradas ou inspiradas em modelos da Buick, Ford, Lincoln, Cadillac e Chevrolet. Ganharia 150 prêmios nas exibições onde foi apresentado. O dono Bob Hirohata (daí o nome) o venderia e ele passaria por diversas mãos, até parar nas do adolescente de 16 anos Jim McNiel, dono ainda hoje, que o usou no dia a dia por muitos anos. Mercuries rebaixados continuam a ser criados até o dia de hoje.

PAIZÃO

Ed “Big Daddy” Roth (1932-2001) foi um dos maiores responsáveis, senão o principal, por transformar a Kultura Kustom em algo mais  que carros modificados. Nos anos 60, ele ia a convenções de customizadores e vendia camisetas e pôsteres com suas criações – a mais famosa ao lado, Rat Fink, paródia grotesca de Mickey Mouse, que seria um ícone da contracultura. Com isso pagava por seus próprios veículos. O Orbitron, de 1964, desapareceria, seria  achado no México, em 2007, e restaurado à sua glória em acrílico e fibra de vidro, com bancos de pele e uma TV colorida. As luzes deveriam projetar branco, unindo as três cores. Não funciona.

VON DUTCH


Kenny Howard (1929-1992) foi outro fundador, começou pintando carros nos anos 50, criando o icônico olho voador. Ao lado, um roadster de 1929  decorado em 1955. Von Dutch foi um pseudônimo de “ser teimoso como um holandês”. Suas irmãs venderam o nome após sua morte, dando origem à grife. Nome polêmico: em 2004, um velho parceiro revelou suas tendências racistas.

RED BARON


O Red Baron (Barão Vermelho), foi criado por Tom Daniel e construído por Chuck Miller em 1969.  Ele revela um favorito problemático da Kultura Kustom: a cruz de ferro.  É um símbolo usado  pelos nazistas, mas que precede a eles (o modelo deixa claro que se inspira na Primeira Guerra, não na outra). Foi usada por puro efeito de choque nos anos 60 e segue firme até hoje. O Barão até mesmo virou um brinquedo, um Hot Wheels.

LOWRIDERS


Os lowriders (algo como “de digirir baixo”) são uma forma de customização que surgiu com um público diferente do da kultura kustom: entre os latinos de Los Angeles. Pintados com cores e temas remetentes à cultura mexicana, tinham as molas da suspensão cortadas para um passeio bem próximo ao solo, bem devagar, para se exibir na rua. Em 1958, uma lei de Los Angeles foi criada tendo como alvo os mexicanos, tornando ilegal qualquer carro que tivesse componentes abaixo das calotas. No ano seguinte,  o customizador Ron Aguirre criou um mecanismo hidráulico capaz de regular a altura, de forma a escapar da multa. E criou o novo padrão, capaz até de dar saltos. Como o Gypsy Rose ao lado, um impala 64 que cruzou as ruas de Los Angeles nos anos 70.

CHARGER 1969


O Charger 1969 ao lado participa das corridas  de dragster na categoria “funny car” (carro divertido). O nome só  quer dizer um dragster com o motor na frente e acabaram assumindo a forma icônica de um carro com uma roda traseira desproporcional. Mas  não é brincadeira: um funny car custa até US$ 3 milhões.

RAT HODS


Quando os hot rods surgiram, na Grande Depressão e depois no pós-guerra, as pessoas não tinham dinheiro para extravagâncias. Os rat hods são um estilo inspirado nesse tempo mais simples, fazendo os modelos parecerem a um tempo inacabados e usados. Mas são uma ideia moderna: recriações fiéis são chamadas de hot rods tradicionais.


Fonte: Aventuras na História


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Honda mostrará em Genebra versão mais realista do elétrico Urban EV

Modelo conceitual indicará caminho a ser seguido pelo carro de produção

A Honda aproveitará o Salão de Genebra, em março, para apresentar ao público um novo conceito de veículo elétrico. Detalhes sobre o protótipo ainda não foram divulgados, mas todos os rumores apontam para a estreia de uma variante mais realista do conceito Urban EV, revelado originalmente no Salão de Frankfurt de 2017. Ainda não será exatamente a aguardada versão de produção, mas sim um protótipo com visual bastante próximo do carro que circulará nas ruas dos principais mercados da Europa ainda neste ano.

Sobre o Urban EV de produção, já sabemos que será sustentado por uma plataforma desenvolvida exclusivamente para veículos elétricos e que não mudará drasticamente na comparação com o protótipo. A expectativa é que as linhas gerais sejam mantidas, com foco na pegada retrô e no visual mais retilíneo. Mudança de verdade veremos mesmo nas colunas da carroceria (certamente mais grossas para garantir mais segurança), no desenho das rodas (um layout mais tradicional e menos futurista) e na inclusão de mais duas portas. Curiosamente, a Honda deverá manter as câmeras no lugar dos tradicionais retrovisores.

Especulações indicam que a autonomia do conjunto elétrico ficará na casa dos 250 km, o suficiente para fazer pequenas viagens e circular tranquilamente em percurso urbano.

Fotos: Divulgação e Arquivo Motor1.com
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domingo, 21 de outubro de 2018

Carros 4×4: 4 coisas que você precisa saber antes de comprar o seu


Está pensando em comprar um veículo com tração nas 4 rodas? Realmente, carros 4×4 são bem interessantes, principalmente para quem gosta de viajar e apreciar as belas paisagens de estradas do interior. Mas é preciso ter alguns cuidados antes da compra para que não haja nenhum arrependimento.

Por isso, preparamos este texto. Nele, você vai aprender um pouco sobre esses veículos, quais são as suas vantagens e o que fazer para escolher o modelo ideal. Continue com a gente!

1. O que é um carro 4×4 e quais são as suas principais características?

Você já deve ter ouvido falar muito dos carros 4×4, mas sabe realmente quais são as suas características mais marcantes? Eles são veículos projetados para gerar muita tração e andar em terrenos praticamente impossíveis para outros modelos — como estradas lamacentas, rios mais rasos e até mesmo subidas bem íngremes.

Diferentemente dos automóveis convencionais, em que a força do motor é transferida apenas para duas rodas, nos 4×4, todas elas estão conectadas à transmissão. Eles são classificados em basicamente dois tipos, 4WD e AWD. O primeiro modelo tem dois diferenciais e a tração é distribuída para 2 ou todas as rodas, ficando a cargo do motorista ou de um sistema eletrônico.

Já nos modelos AWD, existem três diferenciais e, normalmente, todas as rodas recebem a força vinda do motor e, essa distribuição não pode ser alterada pelo motorista. Eles também são conhecidos como veículos de tração integral. No que diz respeito à aparência, os 4×4 podem ser pequenos ou enormes. O primeiro aspecto que você nota rapidamente é o tamanho dos pneus.

Com exceção dos 4×4 mais compactos, os pneus são maiores e com ranhuras da banda de rodagem diferentes, trazendo vários pequenos blocos de borracha, o que garante mais tração em terrenos lamacentos. Esses carros costumam ser mais altos em relação ao solo e, em muitos casos, vêm equipados com itens como bagageiro e estepe do lado de fora.

2. Quais são as vantagens de um carro 4×4?

Em relação aos veículos convencionais — com tração em apenas duas rodas —, não existe muita diferença quando em ambiente urbano. Porém, quando falamos em estradas irregulares, de terra e barrentas, os carros 4×4 têm um desempenho muito melhor.

Por terem muita tração, eles são capazes de sair facilmente de atoleiros, têm boa capacidade de carga e trazem mais estabilidade e controle. O fato de serem mais altos também ajuda bastante em terrenos com desníveis grandes.

Outra vantagem é que, por serem projetados para as situações mais difíceis, itens como o sistema de freio, a suspensão e a direção são bem robustos e resistentes.

Em ambiente urbano, os modelos 4WD levam uma vantagem em relação aos AWD. Trafegar na cidade com as quatro rodas conectadas ao motor, além de aumentar consideravelmente o consumo de combustível, leva os pneus a se desgastarem mais rapidamente e, nesses carros, isso pode sair caro.

3. O que fazer antes de comprar um 4×4?

Como você viu, carros 4×4 são robustos e feitos para enfrentar desafios extremos, mas, isso tem um custo. O preço desses veículos costuma ser alto e, comprar um deles tem de ser uma decisão baseada em vários fatores. Conheça agora 4 dicas de como definir o modelo ideal!

1. Analise o terreno por onde trafega e suas reais necessidades
O terreno por onde você costuma trafegar e as suas necessidades são os itens mais importantes na escolha de um carro ideal e, no caso dos 4×4, o peso desses fatores é ainda maior.

Os veículos convencionais são melhores em ambiente urbano e, se você não costuma andar em regiões com muita lama e estradas irregulares, eles são a melhor opção.

Agora, para quem gosta de aventuras e quer um 4×4, veja por quais locais você mais anda. Se boa parte for em ambiente urbano, escolha um modelo 4WD, pois eles tendem a gastar menos combustível e pneu. Porém, se o veículo for usado basicamente em terrenos irregulares, opte pela tração integral AWD.

2. Pesquise sobre os custos de manutenção e seguro dentre vários modelos
Quase tudo em carros 4×4 costuma ser mais caro e, se você não estiver preparado para arcar com os possíveis custos, pense um pouco mais antes de comprar um. Embora esses modelos sejam mais robustos e quebrem menos, a manutenção terá de ser feita em algum momento e, as peças de reposição — como pneus e amortecedores — não costumam ser baratas.

Observe também o seguro. Algumas seguradoras não cobrem esse tipo de veículo e, quando o fazem, os custos são altos. Pesquise sobre os diversos automóveis disponíveis no mercado e faça uma comparação entre eles. Dependendo da marca e modelo do automóvel, os preços podem ser bem diferentes, mesmo que eles sejam semelhantes.

3. Esteja atento ao espaço interno e à capacidade de carga
Existem alguns carros 4×4 bem compactos, ideais para quem gosta de aventuras, mas não precisa levar muita carga ou passageiros. Outros são bem grandes e trazem muito espaço interno. Verifique qual modelo atende melhor às suas necessidades e lembre-se de que, normalmente, quanto maior, mais caro.

Preste atenção quanto à capacidade máxima de carga — principalmente se você procura por uma picape. Alguns modelos são bem semelhantes em aparência, mas, quando o peso que eles suportam é analisado, a diferença pode ser bem grande. Também fique bem atento ao tamanho da caçamba e espaço útil.

4. Escolha o motor adequado para o seu dia a dia e consulte outros proprietários
O motor de um 4×4 é um dos itens que mais afetam o custo de compra e manutenção do veículo. Se você costuma trafegar pouco e em ambientes urbanos, procure um automóvel a gasolina ou flex. Para quem costuma andar longas distâncias e pegar estradas, motores a diesel podem ser uma opção melhor, mas o custo desses carros é maior — em média 30%.

Pesquise em sites, blogs e outras mídias sobre os modelos que mais lhe agradam. Se possível, conheça proprietários que tenham esses carros e peça para dar uma volta, tente se acostumar com esse tipo de veículo e veja quais são as suas qualidades e defeitos. Existem diferenças consideráveis de desempenho e conforto entre os 4×4.

Comprar carros 4×4 é algo que deve ser feito com cuidado e com muita pesquisa. Como você viu, eles trazem uma série de peculiaridades e não costumam ser adequados para todo tipo de motorista. Escolha um modelo de sua preferência, aprenda tudo o que puder sobre ele e, acima de tudo, faça um test drive e esclareça suas dúvidas.

Fonte: Blog Nakata
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BMW X2 1.5 estreia por R$ 192 mil


A BMW amplia a linha do utilitário-esportivo (SUV) X2, com uma versão equipada com motor três cilindros 1.5 de 136 cv e 22,4 mkgf, além de caixa automática de seis marchas. O motorzinho é o mesmo que equipa o pequenino Mini Cooper e surge como opção para tornar o jipinho transado, um pouco menos caro. Com preço sugerido de R$ 192 mil, o X2 S-Drive 18i é R$ 20 mil mais barato que a versão S-Drive 20i GP, equipada com motor turbo 2.0 de 192 cv e transmissão de sete marchas e dupla embreagem.
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Conheça o Novo Jeep Renegade


O Jeep Renegade não tem quatro anos de mercado por aqui e já passou pela primeira plástica. Mas trata-se de um procedimento tão leve que muitos não verão diferença. O retoque nos faróis e grade se fez necessário, vez que o jipinho tem visto seu segmento ganhar novos adversários –e ele, em contrapartida, perder fôlego. 


Primeiro o Citroën C4 Cactus, com seu eficiente motor 1.6 turbo e um pacote farto de tecnologias e assistentes de condução. Na semana que vem, a Volkswagen fará a apresentação do T-Cross, que promete sacudir o segmento. A Jeep não podia deixar seu representante parado no tempo.


Na verdade, o tapinha no Renegade já tinha acontecido na Europa. Mas por lá, a mudança veio acompanhada de novos para-choques, além de nova linha de motores turbo de 1.0 e 1.3 com potências entre 120 cv e 180 cv.


Por aqui, continuará sendo oferecido com as unidades 1.8 de 139 cv, combinado com caixa automática de seis marchas e 2.0 turbodiesel de 170 cv, com transmissão de nove velocidades e tração 4x4. No entanto, um dos novos motores virá para cá até 2020, mais precisamente a versão 1.3 de 150 cv.


Conteúdos

Se, por fora, pouca coisa mudou e debaixo do capô, nada, foi por dentro que o Renegade recebeu novos conteúdos. O principal destaque é o sistema Uconnect que passa a ter tela de 8,4 polegadas (como no Compass) nas versões Longitude, Limited e Trailhawk, que agrega funções do ar-condicionado, conexão Apple CarPlay e Android Auto, além de câmera de ré. Já a Sport segue com a telinha cinco polegadas, navegador GPS e câmera de ré.


Em toda a linha, com exceção na do topo, foi adotado estepe temporário, o que elevou o volume do porta-malas em 47 litros, saltando para 320 litros. A versão 4x4 manteve o pneu de uso misto como reserva. E para finalizar, versões Limited e Trailhawk ainda têm faróis em LED. Com isso, o Renegade passa a ser oferecido por R$ 78.490 iniciais e pode chegar a até R$ 136.990 na versão 4x4.


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